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“Desbancarização” – Parte 3

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“Desbancarização” – Parte 3

On agosto 25, 2017, Posted by , In Educação Financeira,Investimento,Meu dinheiro, With No Comments

Se você chegou agora, pode querer ler os dois primeiros textos, da Parte 1 e da Parte 2, antes de ler esta última parte. Hoje vamos ver mais duas estratégias para favorecer a desbancarização:

Experimentação/Gradação

Muitas vezes, a resistência à desbancarização está na ideia de fazer uma mudança radical: tirar, de uma vez só, todo capital que está investido no banco – instituição com quem eu já me relaciono há muito tempo – e confiar em uma nova instituição que eu não entendo bem como funciona. Se você se identifica com essa linha de pensamento, talvez você possa considerar, inicialmente, ao invés de investir um montante relevante do seu patrimônio total, transferir um percentual menor do saldo das suas aplicações no banco para uma ou mais opções conservadoras da corretora.

Acompanhar o ganho de capital comparado, e proporcionalmente, ao rendimento do saldo que permaneceu investido no banco, possibilitará adaptar-se progressivamente à mudança de ambiente de investimentos (assim você também poderá testar a eficiência da recomendação do seu consultor, pois a ideia de sair do banco deve ser reforçada por vantagens comprovadas). Fazer uma ou duas operações de resgate/saque, em datas distintas, para testar a confiabilidade/estabilidade da plataforma da corretora também contribuirá para o processo. À medida que for crescendo a afinidade com a corretora, e a credibilidade na assessoria individual, será cada vez mais natural aumentar os aportes e a diversificar a carteira de investimentos.

Planejamento de médio/longo prazo na “desbancarização”

Os produtos de maior rendimento, e segurança razoável, cobram seu “pedágio” na liquidez (associar ao link: https://www.dicionariofinanceiro.com/liquidez/). Sendo assim, para diminuir a resistência aos produtos de investimento que oferecem maior rendimento, mediante a contrapartida de menor liquidez, as parcelas menos líquidas da carteira de investimentos devem estar vinculadas à objetivos projetados em um futuro mais distante. Por exemplo, aquisição de Títulos do Tesouro com vencimento próximo à data prevista para a aposentadoria ou de uma LCI com resgate próximo à data planejada para uma troca de automóvel ou viagem de férias a ser custeada pelo resgate.

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