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Desbancarização – Parte 2

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Desbancarização – Parte 2

On agosto 7, 2017, Posted by , In Meu dinheiro, With No Comments

Conforme mencionado no primeiro post , a “desbancarização” dos investimentos esbarra em resistências que têm mais fundo emocional do que bases racionais. Recentemente, eu li um artigo no qual o autor postulou que a razão é simplesmente uma conselheira, mas são as emoções que tomam a decisão. Sendo assim, como aconselhar as emoções de forma que elas decidam pela “desbancarização”? Minha resposta, em uma palavra, é: estratégia.

Neste post vou expor uma das estratégias que sugeri ao cliente mencionado no texto anterior, e no terceiro post desta série mencionarei as outras duas. Acredito que uma dessas estratégias, quiçá todas, possam ser úteis para você também.

Humanização/Personalização na Desbancarização

Embora a tecnologia tenha franqueado o acesso à informação, diversificado os canais de comunicação e criando alternativas para movimentar os recursos financeiros sem a presença física, quando as emoções assumem o protagonismo, o receio de tirar o nosso dinheiro do banco, que tem endereço, cofre e gerente, e enviá-lo, eletronicamente, para um tipo de instituição ainda pouco conhecida pela maior parte dos brasileiros, pode ser um ato assustador.

Essa hipótese é mais fácil de confirmar entre os nascidos até a década de 80 do século passado (a chamada Geração X) que, embora dominem razoavelmente as novas tecnologias, têm “memórias bancárias” de um tempo anterior ao advento da internet. Principalmente para esse tipo de investidor, a troca do contato virtual pelo atendimento presencial pode quebrar muitas resistências, por meio do estabelecimento de uma relação de confiança com um coach financeiro e/ou consultor de investimentos.

Torna-se mais fácil abandonar a mesa do gerente de banco quando a corretora de valores têm uma sede física e uma profissional bem treinado para atendê-lo pessoalmente. As novas gerações sentem-se mais confiantes com o atendimento eletrônico, mas para a geração X, e principalmente para a geração anterior (os chamados “baby boomers”, o relacionamento interpessoal é bastante valorizado, facilitando a “desbancarização”.

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